quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Justiça aceita nova denúncia e João de Deus e vira réu por mais cinco crimes sexuais, em Abadiânia



Médium está preso há um mês e nega ter cometido abusos. Ele também é réu por outros quatro casos.


Por Vanessa Martins, G1 GO

João de Deus tem nova denúncia aceita pela Justiça — Foto: Reprodução/JN



A juíza Rosângela Rodrigues Santos, da comarca de Abadiânia, em Goiás, aceitou nova denúncia por crimes sexuais contra o médium João de Deus nesta quarta-feira (16). Dessa forma, o médium, que está preso há um mês, se tornou réu pela segunda vez. Ele sempre negou os crimes.


Na nova denúncia feita pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), constam depoimentos de 13 mulheres, dos quais cinco não prescreveram e devem ser julgados. Os crimes teriam ocorrido durante atendimentos espirituais realizados em Abadiânia.


No mesmo documento, o MP faz um novo pedido de prisão para o médium, por estupro de vulnerável e abuso sexual mediante fraude. O Tribunal de Justiça não informou se a juíza já analisou a solicitação.


Procurado pelo G1, o advogado de João de Deus, Alberto Toron, disse que não iria se posicionar a respeito porque ainda não examinou o documento.


De acordo com a denúncia, quatro vítimas são de Goiás e uma de São Paulo. Em relação aos casos prescritos, as oito mulheres são do Distrito Federal, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão e Rio Grande do Sul. Segundo o MP, eles foram incluídos por ajudarem a embasar a denúncia. Os crimes teriam ocorrido entre 1990 e 2018.


Vítimas


O MP-GO explicou que as cinco vítimas tinham entre 19 e 47 anos na época dos abusos. Estes casos teriam ocorrido entre 2009 e julho de 2018.


“Quatro [crimes] de estupros de vulneráveis foram praticados em atendimentos individuais e o de violação sexual mediante fraude em atendimento coletivo”, declarou a promotora Gabriella Clementino.

Os promotores explicaram que, mesmo as cinco vítimas tendo mais de 14 anos na época dos crimes, cabe a denúncia por estupro de vulnerável, já que elas estavam impossibilitadas de reagir.


Uma dessas vítimas relatou ter sido abusada cerca de 20 vezes por João de Deus, entre 2009 e 2010. Ela registrou os crimes em um diário. Neste caso, como foram várias vezes, ele será denunciado por violação sexual mediante fraude com continuidade delitiva.

Investigação


Três promotores de Justiça colheram depoimento do médium sobre esses crimes na tarde de segunda-feira (14), no Núcleo de Custódia, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital, onde está detido. Ele negou e disse que não se lembra das mulheres.


A primeira denúncia do órgão contra João de Deus ocorreu no último dia 28 de dezembro. O médium foi denunciado por violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. Neste caso, o Poder Judiciário já aceitou a denúncia e tornou o médium réu na última quarta-feira (9).


Processos contra João de Deus

Ação na Justiça: João de Deus já virou réu após denúncia do Ministério Público por violação sexual e estupro de vulnerável (o processo cita 4 vítimas);
Investigação: a Polícia Civil indiciou o médium por dois casos de violação sexual mediante fraude, sendo que um deles foi incluído na denúncia do MP. Em relação ao segundo indiciamento, o MP ainda não ofereceu denúncia;
Investigação: a polícia também indiciou João de Deus por posse ilegal de armas. O MP também deve analisar este caso e decidir se apresenta denúncia à Justiça.



Situação atual


Confira os fatos importantes do caso citados do mais recente para o mais antigo:


Juíza aceitou primeira denúncia contra João de Deus e ele se tornou réu por abusos sexuais no dia 9 de janeiro;
João de Deus teve R$ 50 milhões bloqueados em dinheiro e imóveis no dia 9 de janeiro;
O MP-GO recorreu, no TJ-GO, de decisão que determina prisão domiciliar de João de Deus por posse de arma, em 29 de dezembro. Ainda não há nova decisão.

Governador Helder acerta com Moro envio de Força Nacional ao Pará

(Foto: Divulgação)


O governador do Pará, Helder Barbalho, reuniu-se na tarde desta quarta-feira (16) com o ministro da justiça, Sérgio Moro, para reforçar pessoalmente o pedido de apoio da Força Nacional ao Pará, feito dia 2 de janeiro, como primeiro ato de governo. Ele esteve acompanhado do secretário de estado de segurança pública, Ualame Machado, e ouviu de Moro e seus auxiliares algumas alternativas para agilizar o envio da tropa, que por enquanto está com quase todo o efetivo no estado do Ceará. 

De imediato, Moro vai destacar o envio de um oficial federal ao Pará a fim de traçar o detalhamento da estratégia que será implementada no Estado, em princípio com prazo fixado no mês de março para a chegada da tropa.

Segundo Moro, nesse tempo, o governo federal poderá atender o pedido de duas formas: reduzindo o quantitativo no Ceará assim que a situação lá estiver sob controle, ou o Pará aguarda o término de outra missão de 147 agentes da Força Nacional que atuam no interior do Estado a serviço de operações da Funai, ICMBio, Ibama, para que estes possam ser deslocados para atuar no enfrentamento da violência nos bairros mais críticos da Região Metropolitana de Belém.

Para o governador Helder Barbalho, a reunião com o ministro foi positiva para o objetivo de combater de forma ostensiva a violência no Pará. “O ministro sinalizou com um planejamento de cooperação para a construção de um ambiente de segurança no Pará. Nós estamos fazendo o dever de casa desde o primeiro dia de governo, quando ampliamos a presença da polícia, fazendo deslocamento de efetivo, retirando de áreas administrativas policiais para estarem nas ruas, retirando veículos na mesma situação para fazer o patrulhamento móvel, estamos dialogando com outros poderes para reconvocar policiais que estavam deslocados para outras áreas, e estamos certos que a parceria com o governo federal é determinante para que possamos fazer o enfrentamento nas ruas e em paralelo a gestão do sistema prisional para diminuir a interlocução do sistema penal com outros delitos que ocorrem fora dos muros dos presídios”.

O secretário Ualame Machado afirmou que, a pedido do ministro Moro, também foi readequado o número de agentes solicitados. “Nós relatamos ao ministro que atendemos a recomendação dele e redefinimos o quantitativo de 500 para 200, e redefinirmos a área de atuação inicial para a Região Metropolitana de Belém. Em resposta, o ministro Moro disse que é sensível ao nosso pedido, que deverá ser atendido tão logo esse passo a passo da conclusão das agendas já iniciadas seja cumprido pela Força Nacional”, ressaltou o secretário.

NÚMEROS

Entre os argumentos apresentados na fala do governador do Pará, Helder Barbalho, estão os números da violência no Estado. “Números que colocam nosso estado como um dos mais violentos do Brasil. Falamos de uma média de 51 assassinatos para cada 100 mil habitantes, o que já difere dos 30 assassinatos por cada 100 mil habitantes, que é a média do País. Belém chega a 77 por cada 100 mil, e alguns bairros da capital, já identificados, ultrapassam 125 assassinatos por cada 100 mil habitantes. A ideia é que nessas comunidades, já identificadas nós possamos aumentar a presença do efetivo com o apoio da Força Nacional de Segurança.O governador ressaltou que tratou ainda da possibilidade de ter o apoio logístico do Exército para ajudar nas ações de segurança. “Não na operacionalidade, mas sim na logística, que é uma faculdade que o governo federal sinaliza e eu farei contato ainda hoje com o Ministro da Defesa para que eu possa ter o apoio logístico dos batalhões do exercito que estão localizados na Região Norte e particularmente em Belém”, disse o governador.

(Com informações da Assessoria)

Pastor preso por suspeita de torturar dependentes químicos engravidou adolescente de 17 anos, diz polícia



Homem diz que relacionamento era consensual. Polícia também investiga denúncia de estupro de uma jovem e suposto envio pela Justiça de menores de idade ao abrigo dele.

Por Pedro Alves, G1 PE



Pastor é preso suspeito de torturar dependentes químicos



O pastor Edy de Jesus, preso nesta quarta-feira (16) por suspeita de torturar dependentes químicos em um abrigo no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, engravidou uma adolescente de 17 anos de idade, de acordo com a Polícia Civil. (Veja vídeo acima)


Vítimas dos maus-tratos também denunciaram que o pastor estuprou uma menor de idade, segundo a delegada Natasha Dolci, titular da delegacia do município e responsável pela investigação do caso.


"Sabemos que uma menina de 17 anos está gravida dele, com quatro meses de gestação. Segundo ele, a relação seria consensual. Ele diz que conhece a família dela há 20 anos e que ela tinha um namorado, mas eles acabaram se relacionando e ela engravidou. Achamos estranho porque as outras vítimas disseram que ele a tratava como uma filha e, ainda assim, a engravidou", disse a delegada.
Mulheres e crianças eram trancadas por pastor em abrigo para dependentes químicos no Grande Recife — Foto: Polícia Civil/Divulgação


Na terça-feira (15), doze pessoas prestaram depoimento, sendo nove mulheres e três crianças, que relataram as agressões ocorridas no Centro Pentecostal Jovem Resgate, em Engenho Novo, na área rural do Cabo. Segundo a Polícia Civil, o local estava aberto há quatro anos, mas não tinha autorização para funcionar.


Em entrevista à TV Globo, uma das mulheres que estava no abrigo afirmou que passou noites de terror no local e que o pastor batia nas vítimas até o sangue escorrer. Segundo o pastor, cerca de 70 pessoas foram atendidas por ele e aproximadamente 40 chegaram a morar no abrigo.



Edson Alberto Queiroz da Silva foi preso temporariamente e foi encaminhado ao Centro de Triagem e Observação Criminológica (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife. Ele responde pelos crimes de tortura e cárcere privado, mas a polícia também investiga a denúncia de um estupro que teria sido cometido pelo pastor. (Veja vídeo abaixo)


Pastor denunciado por tortura de dependentes químicos é preso no Recife


"Existe uma suspeita de estupro. As mulheres e crianças que estavam lá não falaram sobre violências sexuais sofridas por elas mesmas, mas sim por uma outra menor que já esteve hospedada no local", afirma.


Segundo a polícia, as vítimas resgatadas estão sendo assistidas pelo Conselho Tutelar do Cabo. Algumas voltaram para suas casas e outras foram para outros abrigos.


Condições insalubres


Segundo a Polícia Civil, o local onde funcionava o Centro Pentecostal Jovem Resgate era insalubre e não tinha condições para ser um abrigo. Num sítio com quatro casas, moravam apenas mulheres, além do pastor. Vítimas disseram que ele as trancava num quarto com duas cobras. Nesta quarta (16), o homem confessou ter os animais, mas negou as agressões.


"A casa onde as meninas ficavam não tinha maçaneta e elas eram trancadas com um cadeado na porta e grades nas janelas. Ele diz que somente ele trabalhava no abrigo. Num primeiro interrogatório, ele disse que as cobras vinham do mato, mas encontramos um viveiro de vidro, que ele disse usar para criar hamsters", afirmou a delegada.

Pastor confessou criar cobras num viveiro no Grande Recife — Foto: Polícia Civil/Divulgação


O pastor negou, para a polícia, ter usado as cobras para amedrontar as vítimas e disse que soltou os animais na segunda-feira (14), antes da denúncia. Testemunhas dizem que a soltura ocorreu na terça-feira (15), logo após o resgate das 12 pessoas que estavam no local.


"As vítimas iam para casa nos fins de semana. Uma mãe notou a filha com marcas de algema e resolveu procurar o Conselho Tutelar. Foi feito o resgate das vítimas e ele teve um dia para limpar o local, apagar qualquer evidência e ainda colocar cinco pessoas que ele sabia que não falariam nada contra ele numa casa no local", disse a delegada.


Segundo a Polícia Civil, também foi encontrado no abrigo outro viveiro onde o pastor criava sapos e rãs.




Poder Judiciário




A delegada afirmou, ainda, que vítimas contaram que o pastor usava portarias supostamente expedidas pela Justiça, que teria enviado as crianças que moravam no local para se recuperarem do vício em drogas, para ameaçar as menores de idade. O local, no entanto, não tinha licença para funcionar.


"O próprio Conselho Tutelar disse que a Justiça enviava crianças para lá. As vítimas disseram que ele usava essas portarias para ameaçar as crianças. Diziam que 'não tem juiz ou policial' e que 'quem manda é ele'. Apreendemos esses documentos, que precisam ser periciados, porque ele pode ter forjado esses processos", disse.



Por meio de nota, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) informou que "encaminha crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade a abrigos cadastrados pela Coordenadoria da Infância e Juventude" e que, no caso do Cabo de Santo Agostinho, "os abrigos cadastrados são a Instituição Acolhedora Recanto da Criança e Instituição Acolhedora Recanto do Adolescente".


Quando não há vagas nessas instituições, no entanto, os menores são enviados "para casas estaduais cadastradas. Nos casos de jovens com dependência química, são enviados para os Centros de Acolhimento ao Usuário de Drogas (CAUDs)".


O TJPE não informou, no entanto, se algum menor de idade já foi enviado pela Justiça para o Centro Pentecostal Jovem Resgate. A reportagem segue tentando obter essa informação.

Sem receber há dois meses, professora de Aveiro, no Pará, faz apelo a ‘Bolsonaro e Moro’


Ranny Alves e dezenas de professores da rede municipal estão sem receber há dois meses.


Por Sílvia Vieira, G1 Santarém — PA


Desespero e indignação com atraso de salários levaram professora a fazer apelo na web — Foto: Reprodução/Facebook



Sem receber seus salários dos meses de novembro e dezembro, além de 13º e 1/3 de férias dos anos de 2017 e 2018, a professora Ranny Alves, lotada na rede municipal de Aveiro, no oeste do Pará, usou a web para externar a sua indignação com a gestão municipal e, ao mesmo tempo, fazer um apelo para que o pagamento dos profissionais de educação seja regularizado.


“Pelo amor de Deus, Ministério Público, Bolsonaro e Sérgio Moro, socorroooooo! Nos acudam! Nós, funcionários da Prefeitura Municipal de Aveiro, no Estado do Pará, em especial funcionários da educação, professores, estamos pedindo socorro. Tem família passando fome, pois estamos sem receber os meses de novembro, dezembro, férias e décimo do ano passado. A situação está desesperadora. Por favor, façam alguma coisa por nós. Estamos sendo humilhados e desrespeitados. Tem funcionários entrando em depressão porque a situação está insustentável. Socorooooo nos ajudem”, escreveu em seu perfil no Facebook.


Ranny disse que sabe que não compete ao presidente da República, Jair Bolsonaro e nem ao Ministro da Justiça, Sérgio Moro, resolver a “situação de possível malversação de verba pública de Aveiro”. E que invocou, equivocadamente os nomes das duas autoridades em razão do desespero, da indignação e não saber para onde está indo o dinheiro repassado pelo Governo Federal para a Prefeitura de Aveiro pagar os professores.


“Sei que a força e unidade da população, principalmente dos instrumentos de controle social podem fazer a diferença e evitar políticos como o prefeito de Aveiro, e, principalmente, evitar o estado de coisas que nos encontramos. Reconheço os limites e autonomia de cada ente federado e a importância da participação dos trabalhadores na gestão pública dos recursos destinados a cada município brasileiro. Mas continuo pedindo ‘Socorro’ aos órgãos competentes que nos ajudem, porque não está fácil a situação. Sintepp Estadual e Regional precisamos da ajuda de vocês”, declarou.





Denúncia




Segundo a coordenadora geral do Sintepp em Aveiro, Núbia Lima, o pagamento dos salários dos professores começou a atrasar no mês de setembro de 2017. Em 2018, os atrasos começaram no mês de abril. Com os atrasos se repetindo mês a mês, em novembro, a entidade mobilizou os profissionais de educação e a categoria foi até à Câmara Municipal de Aveiro, para denunciar o problema e pedir apoio aos vereadores.


“Fomos por três vezes na Câmara Municipal nos meses de novembro e dezembro, pressionamos a Prefeitura e a Secretaria de Educação. A resposta da gestão é sempre a mesma: ‘Não tem recurso para o pagamento’. Mas o Portal da Transparência mostra que o município recebeu R$ 13 milhões do governo federal para pagamento dos professores”, relatou Núbia.


Ainda segundo a coordenadora geral do Sintepp em Aveiro, a entidade também levou o caso ao conhecimento do Ministério Público Estadual (MPPA) e do Ministério Público Federal (MPF) e aguarda providências.


Com o pagamento dos professores em atraso, o início do ano letivo de 2019 marcado para 11 de fevereiro está ameaçado. “Finalizamos o ano letivo de 2018 sem paralisações, apesar do atraso de salários. Mas, a categoria já reuniu e deliberou que se até o dia 11 de fevereiro o pagamento não for regularizado, o ano letivo não vai começar”, informou Núbia Lima.


O G1 tenta contato com a Prefeitura e a secretaria municipal de Educação de Aveiro.

Suspeitos de balear PM morrem em troca de tiros com a polícia

(Foto: Divulgação/CPR III-5º BPM)


Dois suspeitos de envolvimento no baleamento do sargento José Carlos Gomes da Silva no último domingo (13), em Castanhal, nordeste paraense, morreram após troca de tiros com policias militares na terça-feira (15). 

De acordo com informações da Polícia Militar, policiais do 5º Batalhão, da Rocam e policiais civis que atuam em Castanhal realizavam buscas a Paulo Jordan Nunes da Silva, vulgo Jordan, quando o encontraram na rua Ivanildo da Silva, no bairro da Saudade I. O suspeito estava portando uma arma de fabricação caseira e resistiu a voz de prisão dada pelos policiais, atirando contra os agentes. Jordan foi baleado e socorrido à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas faleceu.

A Polícia Militar informou também que antes disso, às 11h30, no bairro do Milagre, militares do Comando de Policiamento Regional 3 (CPR III) e do Grupamento Tático Operacional (GTO) abordaram Bruno da Silva Freitas, vulgo Paulista. O acusado também portava um armamento de fabricação caseira e atirou contra o grupo de policiais. Paulista foi baleado e socorrido à UPA, porém também faleceu.

Segundo as investigações, os dois seriam os responsáveis pelo baleamento do sargento José Carlos Gomes da Silva, ocorrido no último domingo, em Castanhal.

O CASO


O sargento José Carlos Gomes da Silva (47 anos), estava em frente de um comércio popular, no final da manhã do domingo (13), quando foi surpreendido pela ação de dois homens armados, no interior de um veículo Siena branco. Eles atiraram contra o policial e fugiram.

O militar foi levado para a UPA de Castanhal. Ele foi baleado no braço e no tórax (de raspão). Passou por uma cirurgia no braço e encontra-se em sua residência.

(Com informações da PM)